Você acorda cansada, passa o dia antecipando problemas que nem aconteceram e a mente acelera ainda mais. Você não é fraca ou dramática — sua máquina interna apenas esqueceu como desacelerar.
"Minha cabeça não para. Sinto que fui atropelada por um trem e não encontro o botão de desligar que os outros parecem ter."
Você acorda cansada, passa o dia antecipando problemas que nem aconteceram e, quando deita a cabeça no travesseiro, a mente acelera ainda mais. Você já tentou de tudo: ioga, meditação, aplicativos de respiração. Mas a sensação física de que vai explodir a qualquer momento continua ali, mascarada como "senso de responsabilidade".
No ritmo frenético de Santo André, o esgotamento mental é frequentemente confundido com alta performance. O resultado é um corpo que cobra a conta através de tonturas, oscilações bruscas de humor, insônia e crises de ansiedade. Você não é fraca ou dramática; sua máquina interna apenas esqueceu como desacelerar.
A ansiedade crônica e o burnout não surgem no vácuo. Eles costumam estar profundamente conectados ao padrão cultural brasileiro de "dar conta de tudo" e à necessidade inconsciente de vigilância constante para se sentir segura.
Através da terapia sistêmica, nós não vamos apenas gerenciar os seus sintomas isolados, mas sim desarmar a arquitetura oculta do estresse:
Chega de apenas sobreviver aos seus dias com a sensação de estar sobrecarregada e carregando o mundo sozinha.
O primeiro passo é uma conversa. Sem pressão, sem julgamento.
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